segunda-feira, 16 de agosto de 2010

33 anos sem Elvis


Há 33 anos, em 16 de agosto de 1977, aconteceu um dos fatos de maior impacto deste século, a morte do rei Elvis Presley, e não, eu não estou exagerando. A morte dele não foi impactante só para seus fãs, foi para todo o mundo, pois todos sabiam do valor e importância que ele tinha para a música.


A saúde de Elvis estava debilitada devido a uma série de fatores físicos e emocionais o que motivou a elaboração do testamento já no início de 1977. Estava com 42 anos, cedo para um testamento, mas talvez pressentisse que sua hora estava chegando. Vinha sendo alvo constante da mídia devido a sua forma física, algo que o incomodava, mas nada o tirava tanto do sério quando o acusavam de "drogado". Nenhuma droga ilegal foi encontrada em seu corpo na necrópsia, apenas as receitadas pelo seu médico Dr Nick. O problema foi o uso contínuo desses medicamentos e as grandes quantidades ingeridas de uma única vez. O próprio Dr. Nick foi processado mais tarde devido este procedimento médico. A hipótese de uma "overdose" foi descartada, pois o que Elvis tomou na madrugada de 16 de agosto, era o que tomava no seu dia a dia. O coração estava inchado segundo os legistas, motivo que gerou a parada cardíaca fulminante. Os motivos que levaram a morte de Elvis foi algo explorado a exaustão nos Estados Unidos e muita mentira foi dita então.


A morte de ídolos do Rock motivada pelas drogas estava em evidência devido os desaparecimentos de Jimi Hendrix, Janis Joplin e Jim Morrisson. Com isso a morte de Elvis foi associada pelos mesmos motivos em algumas revistas e jornais. Elvis passava por inúmeras doenças em seus últimos anos, sua insônia lhe obrigava a trocar o dia pela noite, tinha problemas intestinais, depressão, lutava para perder peso com o uso de medicamentos, vivia uma rotina estressante de muitas viagens e shows, algo que pode ser percebido em seu último Especial de TV, Elvis in Concert. Segundo pessoas que conviveram anos com o Rei disseram que Elvis se tornou dependente destes medicamentos, mas o próprio negava o fato. Segundo Joe Esposito várias pessoas tentaram o ajudar, mas sem sucesso. Elvis ingeria os medicamentos não para ficar "alucinado", mas para aliviar os inúmeros sintomas que sentia. Este é um assunto tabu para muitos fãs e fã-clubes em todo o mundo. Para muitos Elvis morreu de causas naturais, para outros devido ser um dependente quimico e para uma grande parcela, pouco importa o motivo, pois nada vai mudar o sentimento deles para com Elvis.



Referências retiradas do site http://www.elvistriunfal.com/.


Um comentário:

  1. Elvis era o cara. Enquanto nos lembrarmos dele ele nunca morrerá.

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